Atividade desenvolvida pelo grupo: Pedrina, Mª Jose, Eliane, Claudenir
TEXTO DISSERTATIVO: A PESCA
Sabe-se que desde os tempos mais remotos a pescaria está presente na vida do ser humano.
Segundo a história, herdamos o hábito da pesca através dos índios. Antigamente o índio usava arco, flecha e tacape. E com isso fazia sua pescaria. Com o passar do tempo, surgiu o anzol, a linha e a vara de pesca. Para o auxilio de uma boa pescaria tem-se o silêncio, o tempo, a água com ou sem espuma e o próprio peixe que é o principal ingrediente para uma boa alimentação, pois o mesmo, é rico em fósforo, ômega 3 e proteínas.
Um bom pescador precisa conhecer o tempo certo para praticar a pesca, em vista de determinadas épocas do ano, esta atividade não é realizada com total êxito.
Enquanto muitas pessoas usam a pesca para a própria alimentação, algumas já a praticam porque proporciona momentos de diversão e outras utilizam como comercialização.
Na maioria das vezes, a pesca é feita de forma irregular que é proibido por lei, e com isso impede a reprodução dos peixes. Portanto, deve-se respeitar a época da desova, pois essa reprodução dá continuidade a atividade prazerosa e contributiva para a saúde do ser humano.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
O QUE É LETRAMENTO?
Letramento não é um gancho
em que se pendura cada som enunciado,
não é treinamento repetitivo
de uma habilidade,
nem um martelo
quebrando blocos de gramática.
Letramento é diversão
é leitura à luz de vela
ou lá fora, à luz do sol.
São notícias sobre o presidente
O tempo, os artistas da TV
e mesmo Mônica e Cebolinha
nos jornais de domingo.
É uma receita de biscoito,
uma lista de compras, recados colados na geladeira,
um bilhete de amor,
telegramas de parabéns e cartas
de velhos amigos.
É viajar para países desconhecidos,
sem deixar sua cama,
é rir e chorar
com personagens, heróis e grandes amigos.
É um atlas do mundo,
sinais de trânsito, caças ao tesouro,
manuais, instruções, guias,
e orientações em bulas de remédios,
para que você não fique perdido.
Letramento é, sobretudo,
um mapa do coração do homem,
um mapa de quem você é,
e de tudo que você pode ser. Kate M. Chong
Letramento não é um gancho
em que se pendura cada som enunciado,
não é treinamento repetitivo
de uma habilidade,
nem um martelo
quebrando blocos de gramática.
Letramento é diversão
é leitura à luz de vela
ou lá fora, à luz do sol.
São notícias sobre o presidente
O tempo, os artistas da TV
e mesmo Mônica e Cebolinha
nos jornais de domingo.
É uma receita de biscoito,
uma lista de compras, recados colados na geladeira,
um bilhete de amor,
telegramas de parabéns e cartas
de velhos amigos.
É viajar para países desconhecidos,
sem deixar sua cama,
é rir e chorar
com personagens, heróis e grandes amigos.
É um atlas do mundo,
sinais de trânsito, caças ao tesouro,
manuais, instruções, guias,
e orientações em bulas de remédios,
para que você não fique perdido.
Letramento é, sobretudo,
um mapa do coração do homem,
um mapa de quem você é,
e de tudo que você pode ser. Kate M. Chong
RELATORIO DO 4º ENCONTRO DE FORMAÇAO
No dia sete de agosto de 2009, realizamos nosso quarto encontro de formação. Iniciamos com uma dinâmica chamada “Entrevista Musical”, na qual foi um sucesso, todos gostaram, pois eram musicas conhecidas e alegres. Logo após, os cursistas fizeram seu relato de experiência, muitos ainda insistem em comentar o avançando na prática oralmente. depois de observarmos, analisarmos a variedade de gêneros que nos rodeia, gêneros literários, não literários passamos para a tipologia textual, onde retomamos com a unidade 11 da TP3 que fala dos tipos textuais, interagimos sobre o tipo injuntivo , o tipo preditivo e o tipo dissertativo que contém aspectos expositivo e argumentativo.
Realizamos atividades referentes a cada seção da referida unidade. No segundo momento, a turma foi dividida em quatro grupos a fim de que fizessem a leitura do poema “A PESCA”, de Antonio Romano de Sant’nna, e logo em seguida reescrever o texto em prosa narrativa, descritiva, injuntiva e dissertativa. Deixamos para socializarmos essa etapa no período da tarde.
À tarde retomamos com as produções onde cada grupo fez sua apresentação compreendendo assim as diferenças entre gêneros e tipos textuais. Logo em seguida iniciamos o estudo do TP4, refletindo sobre os usos e as funções da leitura e escrita nas práticas do nosso dia a dia, começando com a seguinte pergunta: o que é leitura? Na qual todos responderam fazendo comentários da importância da mesma, feito isto, perguntei se sabiam a diferença entre alfabetização e letramento Pelas respostas, percebi que alguns já tinham um conceito formado e outros demonstraram dúvidas sobre o tema. A partir dai fizemos a leitura do poema “O que é Letramento, de Kate M. Chong com o objetivo de iniciarmos um debate sobre esse estudo, pois a poesia citada ilustra bastante bem o conceito de letramento como uma leitura do mundo, e uma maneira de organizar as informações transformando-as em conhecimento. Em seguida, passamos os slides de um texto de Magda Soares que fala sobre a diferença entre alfabetização e letramento. Após muitas discussões remarcamos nosso próximo encontro e finalizamos com a avaliação da oficina, mediante opiniões dos professores, foi positiva, pois demonstraram entendimento e compreensão sobre os temas trabalhados.
Realizamos atividades referentes a cada seção da referida unidade. No segundo momento, a turma foi dividida em quatro grupos a fim de que fizessem a leitura do poema “A PESCA”, de Antonio Romano de Sant’nna, e logo em seguida reescrever o texto em prosa narrativa, descritiva, injuntiva e dissertativa. Deixamos para socializarmos essa etapa no período da tarde.
À tarde retomamos com as produções onde cada grupo fez sua apresentação compreendendo assim as diferenças entre gêneros e tipos textuais. Logo em seguida iniciamos o estudo do TP4, refletindo sobre os usos e as funções da leitura e escrita nas práticas do nosso dia a dia, começando com a seguinte pergunta: o que é leitura? Na qual todos responderam fazendo comentários da importância da mesma, feito isto, perguntei se sabiam a diferença entre alfabetização e letramento Pelas respostas, percebi que alguns já tinham um conceito formado e outros demonstraram dúvidas sobre o tema. A partir dai fizemos a leitura do poema “O que é Letramento, de Kate M. Chong com o objetivo de iniciarmos um debate sobre esse estudo, pois a poesia citada ilustra bastante bem o conceito de letramento como uma leitura do mundo, e uma maneira de organizar as informações transformando-as em conhecimento. Em seguida, passamos os slides de um texto de Magda Soares que fala sobre a diferença entre alfabetização e letramento. Após muitas discussões remarcamos nosso próximo encontro e finalizamos com a avaliação da oficina, mediante opiniões dos professores, foi positiva, pois demonstraram entendimento e compreensão sobre os temas trabalhados.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
RELATORIO DO III ENCONTRO DE FORMAÇAO DE PROFESSORES
O terceiro encontro de formação aconteceu no dia quinze de julho de 2009, com duração de oito horas.
Iniciamos com a leitura de um texto reflexivo chamado “A lenda das três árvores”, seguido de discussão do mesmo. Em seguida, alguns cursistas fizeram relatos de suas experiências com o “avançando na pratica”, percebe-se que alguns preferem expor suas experiências de forma oral. Foi realizada a leitura de algumas biografias dos alunos, poucos encontraram dificuldades durante a aplicação dessa atividade.
Após esse momento, houve a apresentação da atividade que teve como base o texto “A CASA” pois foi combinado que nesse dia seria as apresentações. Entre as produções foi bastante discutido a questão do tombamento.
Dando continuidade à unidade 09 com as seções 02e 03, foi realizada a atividade 05 da p.26 e a atividade 08 da p.34, que tinham como objetivos relacionar gêneros textuais com competência sociocomunicativa e identificar características que levam à classificação de um gênero textual.
Nesta oficina, vimos a diferença entre o gênero literário e o não literário, pois cada um tem função diferente, enquanto o literário o tem função estética, o não literário busca informar. Para fixar melhor a linguagem literária fizemos a leitura do poema de Carlos Drummond de Andrade intitulado de José, em seguida exploramos uma subclassificação do gênero poético: o cordel,identificando as características desse gênero.
No período da tarde retomamos à oficina com a unidade 11 que trata dos tipos textuais, discutimos sobre o tipo descritivo e o tipo narrativo. Depois de muitas discussões e resoluções das atividades sobre os tipos textuais, foi solicitado que os presentes se dividissem em grupos para a produção de uma narrativa a partir da dinamização do texto “tango”, onde cada grupo criaria um texto com outro ritmo.
Infelizmente tivemos que deixar os trabalhos inacabados, pois não houve tempo de concluirmos e combinamos que a apresentação dos mesmos seria no próximo encontro. Fizemos rapidamente uma avaliação do encontro, onde os cursistas disseram que estão gostando muito e que o GESTAR II com certeza irá mudar sua pratica em sala de aula.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
MEMORIAL DA CURSISTA MARIA DE JESUS GOMES VELOSO DA ESCOLA MUNICIPAL PEDRO NEIVA
MEMORIAL
Meus amigos vou lhes dizer.
Meus amigos vou lhes contar.
Sou uma brasileira arretada
Que nasceu para brilhar.
II
Nasci no dia 21 de abril do ano de 1974.
E como muitos acreditavam
meu destino já estava traçado.
Ser lavradora igual aos meus pais
Pois já estavam costumados.
III
Porem para minha alegria e satisfação
Aos 12 anos conheci uma segunda instituição
Chamada escola que apesar de precária
Me proporcionou uma nova opção.
IV
A situação da escola preciso lhes apresentar
Naquela época não era fácil estudar
E muito menos aprender
Tudo era na base da palmatória
E na cartilha do abc.
V
Estas lembranças não me saem da memória não.
O professor era o dono da verdade
E os alunos uma tabula rasa, sem imaginação.
O objetivo principal da educação era apenas decifrar
Os códigos e não desenvolver a compreensão.
VI
Tal metodologia deixou marcas na minha vida
Ate hoje sou tímida e reprimida.
Tenho dificuldades de me expressar,
Visto que não fui educada para questionar.
VII
Livros paradidáticos se existiam naquela época
Não cheguei a conhecer.
Somente a partir do ensino médio
Contatos com eles cheguei a ter.
VIII
Atualmente muita coisa mudou na educação mudou
Principalmente no ensino da língua portuguesa
Que ao longo do tempo se transformou.
IX
Agora a leitura é dinâmica e contextualizada
Porém antes era passiva e mecanizada
Ainda bem que as praticas didáticas evoluíram
E os professores a novos métodos de leitura aderiram.
X
Sinceramente acredito que o GESTAR II será muito proveitoso.
Visto que ao termino o nosso aprendizado será maravilhoso.
Pois certamente nossa pratica ria qualificar
E com esforço e dedicação iremos nos aprimorar.
XI
Caríssimos colegas, coragem!Não vamos desistir
Estudar é cansativo, mas temos que persistir
A recompensa chegara quando nossos alunos
Os frutos começarem a fluir.
Meus amigos vou lhes dizer.
Meus amigos vou lhes contar.
Sou uma brasileira arretada
Que nasceu para brilhar.
II
Nasci no dia 21 de abril do ano de 1974.
E como muitos acreditavam
meu destino já estava traçado.
Ser lavradora igual aos meus pais
Pois já estavam costumados.
III
Porem para minha alegria e satisfação
Aos 12 anos conheci uma segunda instituição
Chamada escola que apesar de precária
Me proporcionou uma nova opção.
IV
A situação da escola preciso lhes apresentar
Naquela época não era fácil estudar
E muito menos aprender
Tudo era na base da palmatória
E na cartilha do abc.
V
Estas lembranças não me saem da memória não.
O professor era o dono da verdade
E os alunos uma tabula rasa, sem imaginação.
O objetivo principal da educação era apenas decifrar
Os códigos e não desenvolver a compreensão.
VI
Tal metodologia deixou marcas na minha vida
Ate hoje sou tímida e reprimida.
Tenho dificuldades de me expressar,
Visto que não fui educada para questionar.
VII
Livros paradidáticos se existiam naquela época
Não cheguei a conhecer.
Somente a partir do ensino médio
Contatos com eles cheguei a ter.
VIII
Atualmente muita coisa mudou na educação mudou
Principalmente no ensino da língua portuguesa
Que ao longo do tempo se transformou.
IX
Agora a leitura é dinâmica e contextualizada
Porém antes era passiva e mecanizada
Ainda bem que as praticas didáticas evoluíram
E os professores a novos métodos de leitura aderiram.
X
Sinceramente acredito que o GESTAR II será muito proveitoso.
Visto que ao termino o nosso aprendizado será maravilhoso.
Pois certamente nossa pratica ria qualificar
E com esforço e dedicação iremos nos aprimorar.
XI
Caríssimos colegas, coragem!Não vamos desistir
Estudar é cansativo, mas temos que persistir
A recompensa chegara quando nossos alunos
Os frutos começarem a fluir.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
RELATORIO DO II ECONTRO DE FORMAÇAO
O segundo encontro aconteceu no dia 8 de julho de 2009 na escola santa luzia, com duração de oito horas. No primeiro momento fizemos uma breve discussão sobre o texto “professor, seja cor-de-rosa! Alguns cursistas apresentaram seu memorial de leitura com textos bem criativos(repente,poema,cordel) valendo-se de variados gêneros.devido o espaço de tempo entre as oficinas ser curto, houve um atraso quanto a aplicação das atividades dos cursistas em sala de aula, deixando somente para expor na próxima oficina.apos este momento, realizou-se explanação dialogada sobre gêneros textuais por meio d slides.logo depois a turma foi dividida em grupos para responder as questões das paginas 18 a 21 da TP3,onde interagiram,tiraram duvidas e compartilharam informações.
O segundo momento da oficina aconteceu no período da tarde, iniciamos com uma dinâmica (dinâmica gestual) cada participante através da mímica tentava descobrir o que estava escrito na testa de cada colega que seria uma qualidade ou um defeito, foi um momento de muita descontração. Logo depois reiniciamos com a TP3 gêneros textuais observando a importância de utilizá-los na pratica transformando o ensino da língua em atividade dialógica.
Apartir daí foi realizada uma atividade tendo como base o texto “A CASA” a turma foi dividida em grupos e cada um ficou responsável em produzir novas versões com base nas referencias do texto lido, nas produções surgiram novos gêneros como: poema, conto, propaganda. Ficou combinado que na próxima oficina, fossem apresentados os trabalhos, pois já era tarde e alguns professores que ensinam no turno noturno precisavam sair. No final fizemos à avaliação do encontro, que foi muito bom.
O segundo momento da oficina aconteceu no período da tarde, iniciamos com uma dinâmica (dinâmica gestual) cada participante através da mímica tentava descobrir o que estava escrito na testa de cada colega que seria uma qualidade ou um defeito, foi um momento de muita descontração. Logo depois reiniciamos com a TP3 gêneros textuais observando a importância de utilizá-los na pratica transformando o ensino da língua em atividade dialógica.
Apartir daí foi realizada uma atividade tendo como base o texto “A CASA” a turma foi dividida em grupos e cada um ficou responsável em produzir novas versões com base nas referencias do texto lido, nas produções surgiram novos gêneros como: poema, conto, propaganda. Ficou combinado que na próxima oficina, fossem apresentados os trabalhos, pois já era tarde e alguns professores que ensinam no turno noturno precisavam sair. No final fizemos à avaliação do encontro, que foi muito bom.
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